Empresa opta por contêiner marítimo e evita danos causados por ressaca

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Empresa opta por contêiner marítimo e evita danos causados por ressaca

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A forte ressaca que atingiu a Baixada Santista no último domingo (21) foi tema de reportagens em todo país, pela grande destruição que causou ao bairro da Ponta da Praia, em Santos.
Em meio a todo o caos ocasionado pela invasão do mar, a Fortnort Desenvolvimento Ambiental e Urbano respira aliviada por não ter tido prejuízo. A empresa responsável pela obra de reconstrução das muretas da praia, destruídas na ressaca de abril desse ano, mantém um contêiner marítimo na calçada da orla, em frente ao Clube Internacional, onde guarda equipamentos elétricos e materiais para a obra.
Segundo Luiz Fernando, da Fortnort, o contêiner (que pesa cerca de 2 toneladas, quando vazio) foi empurrado para o meio da pista com a força das ondas mas resistiu ao impacto e preservou tudo o que estava guardado nele, não permitindo entrada da água.
A simples escolha por um container marítimo fez com que não sofressem os mesmos danos que atingiram outro contêiner, que também estava no local e ficou destroçado.
A força da água fez com que o mar invadisse a avenida da orla da praia e avançasse cerca de uma quadra depois da avenida, inundando e interditando ruas, garagens e áreas sociais de prédios.
O impacto das ondas foi suficiente para destruir mais partes das muretas da calçada da praia, o deck do pescador, arrastar carros, motos e até mesmo uma embarcação de grande porte, provocando seu encalhe nas pedras de contenção da orla.

Foto Reprodução / Claudio Vitor Vaz



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